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Ponte Preta recebe resposta da CBF sobre reclamações contra Jonathan Antero

 
Veja a opinião da ouvidoria em relação ao pênalti não marcado em Moisés e o escanteio do gol.
22/07/2021 17h50, Redação do ge Campinas, SP
 
20 Jogadores da Ponte reclamam de arbitragem contra o Náutico (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
Jogadores da Ponte reclamam de arbitragem contra o Náutico (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

A Ponte Preta recebeu a resposta sobre o ofício enviado à CBF com reclamações sobre a arbitragem de Jonathan Silva (RO) no empate por 1 a 1 com o Náutico, pela 11ª rodada da Série B do Brasileiro.

O clube campineiro reclamou de um pênalti não marcado em Moisés logo no início do jogo e também do escanteio que originou o gol de empate do Náutico, no começo do segundo tempo.

Em documento assinado por Manoel Serapião Filho, ouvidor de arbitragem, a CBF reconheceu que o pênalti em Moisés deveria ter sido marcado:

- O Reclamante tem razão. Realmente, pois, de fato, o tiro penal foi caracterizado de modo induvidoso.

Por outro lado, Serapião discordou da Ponte envolvendo o escanteio que originou o gol do Náutico, citando que a reclamação foi de que a "bola teria saído pela linha de lado".

- Sequer houve possibilidade de dúvida quanto ao local por onde a bola saiu - escreveu o ouvidor.

A assessoria de imprensa da Ponte afirmou que o que estava em questão era um desvio no jogador do Náutico antes de a bola sair, o que acabaria em tiro de meta em vez de escanteio.

Apesar de reconhecer o erro no lance em Moisés, Serapião também não foi de encontro com a opinião da Ponte de que a arbitragem foi desastrosa:

 

Alarcon Pacheco (à esquerda) e Gilson Kleina estão irritados com a arbitragem (Foto:  Marlon Costa/Pernambuco Press)
Alarcon Pacheco (à esquerda) e Gilson Kleina estão irritados com a arbitragem (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

- Em que pese o mencionado e inexcusável erro, a arbitragem não pode ser classificada. como desastrosa. Houve boa técnica e bom controle do jogo. Arbitragem não se mede por lances isolados, mas por seu todo.

Por fim, o ouvidor acatou o requerimento da Ponte para que sejam adotadas providências para o "aprimoramento do árbitro", mas disse que não pode julgar o pedido da Ponte para que Jonathan Silva não apite mais jogos do time por ter uma competência de "natureza técnica", cabendo a decisão a outros órgãos.

A Ponte também entende que foi prejudicada pela arbitragem em outros jogos, como Brusque, Operário e Avaí, por exemplo, e por isso resolveu fazer um protesto formal.

 

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